10 outubro 2005

Intróito

by @ 2:05. Filed under Inespecífica

Pensamentos, posições, idéias, comentários, poemas, músicas, imagens e o que mais for de interesse científico, filosófico, artístico, cultural e pessoal de Ernesto von Rückert.

ABERTO EM 10 DE OUTUBRO DE 2005.

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17 setembro 2014

Novos Haikais

by @ 7:59. Filed under Poesia

Um som amarelo
prefuma a casa todinha
com gosto amargo.

A gota escondida
sob uma folha castanha
tá quase pingando.

Nas tardes de estio,
se o vento fica parado,
me pinga o suor.

Meus dedos teclando
versos no computador
já cãimbras me dão.

Nesta tempestade,
raios que partem do chão,
ribombam trovões.

Te tanto andar,
as solas de meus sapatos
ficaram furadas.

Agulhas nas mãos…
Crochetando, tricotando…
Tiquetaqueando.

Compor um haikai,
do modo que é pra fazer,
prosaico há de ser.

4 agosto 2014

SAUDADE

by @ 21:32. Filed under Poesia

Grande saudade me invade.
Saudade sem piedade.
Ímpia, cruel e covarde.
Fria, que queima e que arde.

De sonhos acalentados
e nunca realizados.
De amores apaixonados
só neles vivenciados.

Sonhos de felicidade,
de tanta intensidade.
De uma vida de verdade,
plena de amor e bondade.

Fracassos tão pranteados.
Sucessos não alcançados.
Só sofrimentos deixados.
Tempo perdido passado.

Ernesto von Rückert

2 maio 2014

Órbita da Lua em torno do Sol

by @ 0:22. Filed under Inespecífica

Como a Lua gira em torno da Terra enquanto a Terra gira em torno do Sol, no mesmo sentido de rotação, interessa saber como é a órbita da Lua em torno do Sol. Pode parecer que, nos lugares e momentos em que a Lua se mova em relação à Terra no sentido oposto ao que a Terra se move em relação ao Sol (na fase de Lua Nova), a Lua retrocederia em sua órbita, que formaria laços nessas posições. Mas não é assim. Como a velocidade orbital da Lua em relação à Terra é de 1 km/s e da Terra em relação ao Sol é de 30 km/s, na Lua Cheia, ela estará ultrapassando a Terra, por fora, com 31 km/s em relação ao Sol e na Lua Nova ela estará por dentro, com 29 kms, sendo ultrapassada pela Terra. Mas sempre girando em relação ao Sol no mesmo sentido, sem retrocesso. Com se fosse em uma pista de Fórmula Indy, ora a Lua ultrapassando a Terra( Lua Cheia), ora a Terra ultrapassando a Lua (Lua Nova), sempre a ultrapassagem feita pela direita. Outro aspecto interessante é que, mesmo na Lua Nova, quando a Lua está entre o Sol e a Terra, sendo ultrapassada por esta, a concavidade de sua órbita é voltada para o Sol, nunca para a Terra. A razão é que a força gravitacional sofrida pela Lua por parte do Sol é o dobro da que ela sofre por parte da Terra. Então a resultante, mesmo na Lua Nova, em que elas têm sentidos opostos, é voltada para o Sol, sendo a força centrípeta, que é sempre voltada para o centro da curva. Só que, nesse caso, o raio de curvatura sera 1,4 vezes maior do que a distância Lua-Sol e, na Lua Cheia, será 1,2 vezes menor. Ou seja, a órbita da Lua tem sempre a concavidade voltada para o Sol mas é ora mais encurvada (Lua Cheia), ora menos encurvada (Lua Nova) do que a órbita da Terra em torno do Sol. Note que a distância entre a Terra e a Lua é 400 vezes menor do que a distância entre a Terra e o Sol, de modo que, em um desenho delas, se a Lua estiver a 1 cm da Terra, o Sol estará a 4 metros.

1 maio 2014

Anos bissextos.

by @ 23:10. Filed under Inespecífica

Por que será que, a cada quatro anos, o mês de fevereiro tem um dia a mais? A razão é porque o tempo que a Terra leva para completar uma órbita em torno do Sol não é um múltiplo inteiro do dia solar (intervalo entre um meio dia e o próximo, no qual a Terra gira 361 graus em torno de si).  Medindo-se cuidadosamente, acha-se que o ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 48 segundos. Isso é mais ou menos 365 dias e um quarto de dia. Para não se considerar fração de dia, vê-se que, a cada quatro anos, fica faltando um dia aos 365 para se ter um ano. Então o ano tem 366 dias a cada quatro anos, escolhido como o dia 29 de fevereiro dos anos múltiplos de quatro. Mas… não é bem assim. Considerar esse excesso de 6 horas por ano significa contar 11 minutos e 12 segundos a mais do que seria preciso. Esse excesso se tornará igual a um dia inteiro, considerando que o dia tem 1440 minutos, a cada 128,6 anos. Para não considerar esse valor quebrado, basta considerar que esse número é, aproximadamente, 400/3, isto é, se, a cada 400 anos, não houver 3 anos bissextos, a conta ficará bem próxima da realidade. Então a regra fica sendo: Todo ano múltiplo de quatro é bissexto, exceto os que também forem múltiplos de cem mas não múltiplos de quatrocentos. Isso tira três a cada quatrocentos anos, os seja, os seculares não múltiplos de 400.

O dia e a rotação da Terra.

by @ 22:42. Filed under Inespecífica

Muitos dizem que a Terra dá uma volta completa em torno de si em um dia. Não dá! Então de quanto gira? Vejamos. Enquanto a Terra gira em torno de si, ela também gira em torno do Sol e no mesmo sentido. Quando, pois, ela completa um giro em torno de si, não acaba no mesmo lugar em que começou, mas um pouco mais adiante. Isso significa que um ponto da Terra que estivesse exatamente abaixo do Sol a pino, no começo do giro, não estará mais ao fim do giro. Portanto ainda não se passou um dia. Quanto falta para isso acontecer? O tanto de giro a mais que a Terra tem que dar é exatamente a fração da órbita que ela executou nesse giro. Como um ano tem mais ou menos 365 dias e uma volta inteira tem 360 graus angulares, em cada dia, aproximadamente, a Terra caminha um grau em torno do Sol. Isso significa que ela tem que girar mais um grau em torno de si para voltar a estar apontada para o Sol. Ou seja, em um dia a Terra gira 361 graus em torno de si e não 360 graus. Quer dizer que, em um ano, ela dá uma volta inteira a mais do que o número de dias. Ou seja, para passar 365 dias, a Terra tem que dar 366 voltas em torno de si. Em consequência, uma rotação da Terra é um pouco menos do que um dia, ou seja, menos do que 24 horas. Quanto a menos? A 360ª parte de 24 horas, isto é, de 1440 minutos, ou seja, 4 minutos. Uma rotação da Terra leva, pois, 23h 56min e não 24 horas. Interessante, não?

12 novembro 2013

Assistam meu Hangout em “Mentes Brilhantes”.

by @ 22:11. Filed under Inespecífica

Mentes Brilhantes

30 maio 2013

Considerações sobre o Conservadorismo

by @ 21:32. Filed under Economia, Política

O conservadorismo ou conservantismo é um termo usado para descrever posições político-filosóficas, alinhadas com o tradicionalismo e a transformação gradual, que em geral se contrapõem a mudanças abruptas (cuja expressão máxima é o conceito de revolução) de determinado marco econômico e político-institucional ou no sistema de crenças, usos e costumes de uma sociedade. Um dos seus maiores defensores modernos foi Russell Kirk, que o exprimiu em dez princípios.
Os dez princípios conservadores de Russell Kirk são o cúmulo da asnice. Vejamos:
1. O conservador acredita que existe uma ordem moral duradoura.
Não existe. A moral é relativa à época, ao local e ao estrato social. Ela evolui. E é bom que seja assim. Por exemplo, há pouco tempo homossexualidade era imoral, hoje não é. Melhorou. O que é perene e universal é a ética, mas a moral nem sempre é ética.
2. O conservador adere ao costume, à convenção, e à continuidade.
Isso só é bom quando o costume é um bom costume. Mas aderir ao costume porque é costume, mesmo que não seja bom é o cúmulo da burrice. Maus costumes têm é que ser abolidos mesmo. E o que é convencional também não é bom porque assim o é. Pode ser e pode não ser. Se não for, tem é que ser mudado mesmo. Contuinuidade? Porque? Não há razão plausível nenhuma para o continuísmo. Apenas para continuar o que está bom. Mas isso não é continuísmo.
3. Os conservadores acreditam no que pode ser chamado o princípio da prescrição.
Seguir o que está prescrito só porque assim esteja é outra asnice. Dizer que o que é bom é o que é antigo não procede. Pode até ser, em alguns casos, e nada deve ser rejeitado só por ser antigo. Mas também não deve ser prescrito por isso. Os antigos não eram melhores do que os atuais. Pelo contrário, hoje se tem muito mais conhecimento e sabedoria acumulada. Portanto é muito mais provável que as considerações mais recentes sejam melhores do que as mais antigas. Não se deve fazer algo porque está estabelecido assim, mas porque se vê que é bom e razoável. Aliás, Buddah já o dizia:
“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.”
4. Os conservadores são guiados por seu princípio da prudência.
Uma certa prudência é necessária, mas a prudência é um grande entrave para as mudanças. Arriscar é preciso se se quer consertar o mundo. E o mundo está muito errado, sendo esse erro o fruto de séculos de acomodação e de prudência. Não é verdade que a coletividade seja sábia necessariamente em tudo. Para checar isso temos a nossa inteligência. A prudência, contudo, não usa a inteligência. Usa a inércia. E o povo sofredor não suporta mais a inércia dos que detêm as condições de promover mudanças.
5. Os conservadores prestam atenção ao princípio da diversidade.
A desigualdade existe naturalmente. Todavia, elevá-la a um princípio social e considerar justa a sua existência é uma iniquidade. Esta é a principal diferença entre a direita e a esquerda: A direita considera as desigualdades justas. Ou seja: é justo que existam pobres e ricos. Todo e qualquer sistema político-econômico, para ser justo e promover a harmonia, a liberdade, a fraternidade e a prosperidade têm que ser igualitário em sua proposta. Isto é, garantir a todos as mesmas oportunidade de ser feliz.
6. Os conservadores se purificam por seu princípio da imperfeição.
Admitir a existência de imperfeições no homem e na sociedade é óbvio. Considerar que isso seja aceitável é péssimo. Se não se tiver em mente sempre um ideal de perfeição não se progride, não se tem um modelo de situação a ser conquistada. Tal princípio leva à perene mesmice, que é o fulcro do conservadorismo. Uma idiotice.
7. Os conservadores estão convencidos de que a liberdade e a propriedade são intimamente relacionadas.
De modo nenhum. Muito pelo contrário. A propriedade é uma prisão. Um mundo sem propriedade é muito mais livre. A propriedade provoca a cobiça e sua consequente guarda. Causa apreensão e perda de tempo em seu cuidado. Os despossuídos não têm nada a perder. Se a sociedade toda for assim, o crime não terá mais razão. Tudo é de todos e nada é de ninguém. O argumento de que sem propriedade não ha estímulo para o trabalho não procede. Sendo a propriedade comum, todos são estimulados a colaborar para a manutenção e o crescimento dos bens que todos compartilham. Quanto menos vinculados os bens forem a indivíduos ou grupos, maior é a liberdade, pois não há restrições para o uso de tudo por todos.
8. Os conservadores suportam ações comunitárias voluntárias, tanto quanto se opõem ao coletivismo involuntário.
Concordo que as ações comunitárias devam ser voluntárias e não impostas. Mas discordo que elas devam ser “suportadas”, mas sim buscadas. É a eduação que proverá o desejo de agir em prol do bem comum e não do individual. Certamente que as iniciativas têm que ser localizadas e não patrocinadas pelos governos. Todavia é preciso que a sociedade relegue ao ostracismo todos os que sejam refratários ao trabalho comunitário.
9. O conservador percebe a necessidade de prudentes restrições ao poder e às paixões humanas.
Concordo, mas não dentro do esquema de poder conservador. Claro que tiranias têm que ser impedidas. Mas o conservador abomina a anarquia e valoriza a existência do poder. No entanto, qualquer poder, mesmo controlado, não é melhor do que a sua diluição total pela sociedade, que é a anarquia. Na anarquia os empreendimentos sociais são feitos por colaboração e com uma gestão adrede constituída e limitada a sua execução. Certamente isso só se alcança ao fim de um longuíssimo processo educativo.
10. O pensador conservador compreende que essas permanências e mudanças devam ser reconhecidas e reconciliadas em uma sociedade vigorosa.
Nisso é que ele está completamente equivocado. Conservadores pretendem ser uma opção moderada entre libertários e revolucionários radicais. Mas o espectro político-econômico não se dá ao longo de uma linha. Ele é pluridimensional, havendo posições para todos os lados, bem como gradações ao longo de cada uma delas. Anarquismo, socialismo, comunismo, conservadorismo, liberalismo, capitalismo, tradicionalismo, gradualismo, coletivismo, objetivismo e outros “ismos”, não se distribuem linearmente. E, mesmo, cada um deles possui variantes, como o anarco-comunismo e o anarco-capitalismo. Todavia, posso dizer que o conservadorismo é uma posição totalmente equivocada e malsã. É prejudicial à sociedade como um todo, só beneficiando aqueles que já são detentores do poder, de propriedades e de dinheiro, que querem que tudo continue como está para que suas benesses não sejam perturbadas e para que o resto do povo possa continuar a serví-los.

2 fevereiro 2013

O Mito da Monogamia

by @ 17:30. Filed under Biologia, Relacionamentos, Sexualidade

Acabei de ler o livro “O Mito da Monogamia”, de David P. Barash e Judith Eve Lipton”, traduzido pela Record. Trata-se de um livro de divulgação científica biológica, com abundantes referências para tudo o que diz. Ele faz uma análise do comportamento gamético desde vermes, insetos e aracnídeos, passando por peixes, répteis, aves, outros mamíferos e o homem. De forma magistral fica sobejamente demonstrado que a monogamia não é o padrão gamético entre os animais e nem é biologicamente natural do homem. Isso vale, inclusive, para espécies que sejam “socialmente” monogâmicas, nas quais as cópulas extra-par são muito mais costumeiras do que se supunha. Raríssimas são as que são, biologicamente mesmo, monogâmicas. O que, absolutamente, não é o caso da humana. Todavia, em seu último capítulo “E daí?”, o livro considera que o estabelecimento social da monogamia como padrão, pelo menos na maior parte do mundo dito “civilizado”, faz com que ela deva ser considerada como a melhor alternativa para quem viva nessas sociedades, em que pese a possibilidade e a tendência para casos extra-conjugais. Este capítulo está em completo desacordo com a totalidade do resto do livro. Minha expectativa era de que ele proporia novos arranjos sociais gaméticos, como o fez Bertrand Russell em seu “O Casamento e a Moral”, ou, até mesmo, mais ousados, como a possibilidade de arranjos plurais estáveis ou algum tipo de onigamia com uma estrutura familiar ampliada para garantir os cuidados e a criação das crianças. No entanto ele não ousa contrariar as convenções sociais (e religiosas) em favor da realidade biológica e da eudemonia.

23 janeiro 2013

O Andar do Bêbado

by @ 14:15. Filed under Pessoal, Sociedade

Terminei de ler, de novo, o livro “O Andar do Bêbado” do Leonard Mlodinow. Além de traçar um belo panorama da história da Teoria das Probabilidades e da Estatística, o autor mostra, cabalmente, por meio da análise de muitos casos. como a maior parte do que se supõe que seja resultado de planejamento, é resultado meramente do acaso e das coincidências. Ter plena ciência disso é fundamental para que se tenha uma boa noção dos fatores que conduzem a nossa vida e saber que, em grande parte, ela não é, absolutamente, conduzida por nada. Mostra, ainda, que muito do que se atribui à competência dos agentes, não passa de sorte (acaso) e que grande sucesso não significa, na maior parte das vezes, muito talento. A seguir vou ler “Uma Senhora toma Chá”, do David Salsburg. Mas antes tenho que acabar outros que estou lendo em paralelo: “O Mito da Monogamia”, de Barash e Lipton, “Visão a Partir de Lugar Nenhum”, de Thomas Nagel e “História do Pensamento Ocidental”, de Bertrand Russell.

1 janeiro 2013

Simplesmente Einstein

by @ 19:07. Filed under Cosmologia, Física, Relatividade

Acabei de ler esse livro, de Richard Wolfson (Globo), e achei excelente. O autor aborda a relatividade, tanto a especial quanto a geral, de uma forma intuitiva e bem acessível a quem não tem formação científica. Possibilitou, inclusive, que eu mesmo aclarasse alguns aspectos conceituais da teoria.

Apenas reparo que ele confunde os conceitos de matéria com  massa e radiação com energia em alguns lugares, como ao falar sobre a equação E=mc², em que fala de conversão de matéria em energia e não de massa em energia.  Numa aniquilação de par partícula e antipartícula a matéria não é transformada em energia e sim em radiação. A massa é que é transformada em energia. Isso precisa ficar bem claro, porque matéria e radiação são entidades constitutivas do Universo, enquanto massa e energia não são, mas apenas atributos dessas entidades. São categorias diferentes. É possível converter matéria em radiação e vice-versa (se se incluir a anti-matéria), bem como massa em energia e vice versa. Mas nunca matéria em energia nem massa em radiação ou vice-versa.

Para quem quiser um aprofundamento matemático um pouquinho maior, recomendo a excelente obra do grande filósofo Bertrand Russell: ABC da Relatividade (Zahar). Para um aprofundamento maior, o livro “Introdução à Relatividade Especial” de Robert Resnick (Polígono). Em nível mais avançado “Gravitation and Spacetime” de Ohanian ou “Spacetime Physics”, de Taylor e Wheeler e, bem avançado, “Gratitation” de Misner, Thorne e Wheeler.

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