Archive for the 'Literatura' Category

Literatura e filosofia

by @ quarta-feira, outubro 26th, 2005. Filed under Filosofia, Literatura

Sobre Shakespeare e os grandes nomes da literatura (Dostoiewsky, Victor Hugo, Dante e tantos outros), digo que, muitas vezes, passam mais filosofia do que alguns filósofos profissionais. E com o uso refinado da mais elevada qualidade artística. Como literatos genuínos, seu objetivo e levar o leitor à fruição máxima do prazer da leitura (e não [...]

O compromisso da poesia

by @ domingo, outubro 23rd, 2005. Filed under Artes, Literatura, Música

Penso que a poesia não tem compromisso nenhum com a transmissão de alguma mensagem, como aliás a arte de modo geral. A qualidade poética de um texto tem a ver com sua própria construção verbal, com o jogo das palavras, que podem transmitir o prazer da contemplação estética pela sua fonética, por seu desenho gráfico, [...]

Esoterismo quântico

by @ quarta-feira, outubro 12th, 2005. Filed under Artes, Educação, Filosofia, Física, Literatura, Psicologia, Religião

Tem-se falado sobre cura quântica e Reiki. O que tenho a dizer sobre esse tipo de coisa já o disse Carl Sagan n”O Mundo Assombrado pelos Demônios”. Também fico pasmo de ver Gilberto Gil falando de Física Quântica como algo esotérico, na linha de Fritoj Kapra. Aprecio música celta e literatura fantástica (Marion Zimmer Bradley), [...]

As inutilidades

by @ quarta-feira, outubro 12th, 2005. Filed under Artes, Filosofia, Literatura

Essa questão das inutilidades, da arte e de muita coisa nas ciências, na verdade é a mola mestra do progresso não só técnico e material, mas principalmente cultural. Veja minha especialidade em física: Cosmologia. Serve para quê? Para o mesmo que serve a poesia, a música, as belas artes: para elevar a mente, expressar o [...]

Inutilidade da Arte

by @ quarta-feira, outubro 12th, 2005. Filed under Artes, Filosofia, Literatura

Minha opinião é de que a arte não tem utilidade. Não é este o seu propósito. Mas justamente para as inutilidades, o supérfluo, é que faz sentido se lutar pela vida. O necessário à sobrevivência é mínimo. O que distingue o homem é almejar o inútil e se comprazer nisso. Trabalha-se para afinal se conserguir [...]

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