Archive for the 'Sexualidade' Category

Formação da masculinidade

by @ quarta-feira, março 4th, 2009. Filed under Comportamento, Educação, Sexualidade

Formação da identidade masculina Dra. Rita Maria Brudniewski Granato Grande é a batalha do homem para constituir-se como tal, pois o primeiro dever dele desde que nasce é não ser uma mulher. Para os meninos, separação e individuação acham-se vinculados a identidade de gênero, visto que a separação da mãe é essencial para o desenvolvimento [...]

Afrodisíaco inteligência

by @ segunda-feira, fevereiro 2nd, 2009. Filed under Sexualidade

Inteligência é mesmo um poderoso afrodisíaco, tanto para homens quanto para mulheres. Não só porque quem é mais inteligente fica mais destravado em relação às barreiras puritanas impostas pelas convenções, mas também porque a próprio brilho (daí os “Braights”) e vivacidade que exalam das pessoas mais inteligentes tem um atrativo sexual que, muitas vezes, pode [...]

O amor liberta?

by @ segunda-feira, fevereiro 2nd, 2009. Filed under Relacionamentos, Sexualidade

Libertar, no caso em tela, significa permitir que a(o) amada(o) também ame outro(a). Ou que deixe de amá-lo(a). Esta é a questão da liberdade no amor. Exigir reciprocidade, fidelidade, exclusividade e mesmo lealdade, não é dar liberdade. Certamente que se deseja e espera da pessoa amada que lhe seja leal e sincera, mas não se [...]

Comportamento e educação sexual na Polinésia

by @ sexta-feira, novembro 28th, 2008. Filed under Sexualidade

É interessante investigar a variedade do comportamento, o conhecimento e a educação sexual na Polinésia, que é muito variado ( http://www2.hu-berlin.de/sexology/IES/frenchpolynesia.html#3 ). Em algumas ilhas os rapazes são iniciados sexualmente com as moças numa forma educativa. O cerceamento da liberdade sexual, no meu modo de pensar, é motivo de traumas psicológicos que podem levar à [...]

Homossexualidade: opção ou orientação?

by @ quarta-feira, agosto 13th, 2008. Filed under Sexualidade

Os homossexuais assim o são por uma questão genética. Não se trata de uma opção e sim de uma orientação nata. Se a pessoa sente atração sexual por alguém do próprio sexo, então que leve adiante tal coisa, se realize e seja feliz, tranquilamente. Não há o que se objetar.

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