Archive for the 'Artes' Category

AMORES ACONTECEM

by @ sexta-feira, outubro 16th, 2015. Filed under Poesia

Amores acontecem… Não são buscados, não são desejados, não são planejados. Surgem intensos, profundos, imensos, doces, ternos, maviosos. Nos envolvem, nos sugam, nos prendem sem refresco, sem escape, sem piedade. Não se importam com convenções nem compromissos. Nem querem ser únicos, exclusivos, ciumentos. Só que a vida é inimiga dos amores, mas, sem eles, a [...]

MELODIA

by @ quinta-feira, setembro 3rd, 2015. Filed under Poesia

Como eu queria, um dia, ter com alegria, a mania da melodia, baldia, que se ouviria e amaria. A meus amores, favores sem dissabores. Louvores só com olores, sabores. Nunca temores, nem dores. Só a beleza, proeza, numa riqueza, lindeza, toda tristeza, surpresa, vira nobreza, moleza. Então eu canto, o encanto que leva o pranto, [...]

MELODIA

by @ quinta-feira, setembro 3rd, 2015. Filed under Poesia

Como eu queria, um dia, ter com alegria, a mania da melodia, baldia, que se ouviria e amaria. A meus amores, favores sem dissabores. Louvores só com olores, sabores. Nunca temores, nem dores. Só a beleza, proeza, numa riqueza, lindeza, toda tristeza, surpresa, vira nobreza, moleza. Então eu canto, o encanto que leva o pranto, [...]

Encontro Total

by @ domingo, agosto 16th, 2015. Filed under Poesia

Que melhor amiga pode ter em sua vida homem que o que mais quer da vida é ser feliz, do que aquela mulher que seu próprio coração elegeu para amar o amor maior que puder dar. Porque, em verdade, o verdadeiro amor só surge por quem se tem admiração e amizade. Aquela que nos faz [...]

PAI

by @ terça-feira, agosto 11th, 2015. Filed under Poesia

Trinta anos são passados. Não mais ouço tua voz ditar-me sábios conselhos, nem vejo teus olhos claros tanta bondade irradiar. Como sinto tua falta… Saudades das noites frias em que, em nossas poltronas, o vinho da vida bebíamos em longas conversas profundas. Hoje já chego à idade em que desta vida partiste. E, mais do [...]

Minha Morte

by @ quinta-feira, agosto 6th, 2015. Filed under Artes, Poesia

Um dia… sim, vai ter um dia, será o dia da minha morte. Qualquer dia, nada especial, em que pararei de funcionar. Não sentirei nada, não saberei de nada. Pararei de existir. Não terei lembranças. Nada mais me importará. Tudo sumirá. O mundo continuará, mas eu, não haverá. Não serei castigado por nada. Não serei [...]

MINHA BODA

by @ sábado, julho 18th, 2015. Filed under Poesia

Não me será penosa, a vida, mas airosa, se bem querer, porém, ao longo eu sempre ter. Então não ter fortuna ou nada pra valer, não me será dolosa, a sorte, tão honrosa. Assim eu só quisera viver a quimera de ter alguém amado e lindo a meu lado, que o amor desejado, então me [...]

MINHA BODA

by @ quinta-feira, junho 18th, 2015. Filed under Poesia

Não me será penosa, a vida, mas airosa, se bem querer, porém, ao longo eu sempre ter. Então não ter fortuna ou nada pra valer, não me será dolosa, a sorte, tão honrosa. Assim eu só quisera viver a quimera de ter alguém amado e lindo a meu lado, que o amor desejado, então me [...]

Considerações sobre a arte e a ciência

by @ quinta-feira, junho 18th, 2015. Filed under Artes, Ciências, Educação

Fazer ciência é uma arte. E há uma ciência de se fazer a arte. Atividades aparentemente díspares, no entanto possuem uma convergência notável. Tanto o cientista quanto o artista são criadores, pois criam conhecimento e criam beleza. E há uma profunda beleza no conhecimento, como não se aprecia bem a beleza sem conhecimento. Keats deplorou [...]

CONJUGAÇÃO DO AMOR

by @ sexta-feira, junho 5th, 2015. Filed under Poesia

Viver, sem amor ter, não é viver, nem ser, por merecer, sequer um ser. É ter, sem nem querer, um só sofrer de ver, com desprazer, se fenecer. Pra dar, a alcançar, e aí mudar… Contar, se desejar, de bem, um mar e alçar, pra despejar, sobre um altar, a eivar, sem sopesar, de tanto [...]

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