Archive for janeiro, 2006

O medo

by @ segunda-feira, janeiro 23rd, 2006. Filed under Psicologia

O medo boqueia mas o medo acicata. É guardião da prudência e da temperança, mas também arauto da coragem e da fortaleza. Dentre as emoções básicas é a mais primária. Existe para garantir a vida. Sem medo seríamos imprudentes e, fatalmente, a maioria pereceria. Mas o medo precisa ser racionalizado para ser sopesado e disso [...]

A verdade

by @ sábado, janeiro 21st, 2006. Filed under Filosofia, Religião

Concordo que há dois critérios de verdade: a evidência e a prova. (antes há que se dizer o que se entende por “verdade”: trata-se da adequação entre a realidade e o que se diz a respeito dela – portanto verdadeiro ou falso são atributos lógicos e não ontológicos). A simples coerência intrínseca não prova mas [...]

Criação Literária

by @ sexta-feira, janeiro 20th, 2006. Filed under Literatura, Português

Para aqueles que têm a intenção de tornarem-se escritores ou queiram aperfeiçoar seu metier, eis minhas sugestões bibliográficas:
Lopes, Moacir Costa. Guia Prático de Criação Literária. Rio de Janeiro, Quartet, 2001.
Albalar, Antônio. A Arte de Escrever, 16ª ed. Lisboa, Clássica, 1958.
Zamoner, Airo. A Arte de Escrever. Curitiba, Protexto/Zamoner.
Garcia, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Getúlio Vargas, [...]

Conselhos a um vestibulando

by @ domingo, janeiro 15th, 2006. Filed under Educação

Quem passa no vestibular é quem sabe mesmo a matéria. Macetes não adiantam. Vá fundo, preste a máxima atenção em toda aula e não consinta em sair dela sem ter entendido tudo. Explore ao máximo a presença do professor. Não ligue para “pagar mico” perante os colegas. Lembre-se que seu interesse é passar e não [...]

“Porcentagem” ou “percentagem”

by @ domingo, janeiro 15th, 2006. Filed under Matemática, Português

Quanto à forma “porcentagem” ou “percentagem”, tanto o Aurélio quanto o Michaelis consignam as duas. O da Porto Editora traz apenas “percentagem” do inglês “percentage”. O Silveira Bueno prefere “porcentagem” por considerar a outra anglicismo. O “Manual de Redação e Estilo” do “Estado de São Paulo” (p.242) recomenda “porcentagem”. Não tenho em mãos o Houaiss [...]

“Vezes menor” e “vezes a menos”

by @ sábado, janeiro 14th, 2006. Filed under Matemática, Português

Quando se diz “tantas vezes maior”, está se referindo a uma relação multiplicativa e não aditiva. Assim “quatro vezes maior” significa que se multiplicou por quatro, isto é, acrescentou-se três tantos da coisa. Da mesma forma, “tantas vezes menor” significa que se dividiu aquele todo pelo número das vezes. Assim “três vezes menor” quer dizer [...]

Ética e Psique

by @ quarta-feira, janeiro 11th, 2006. Filed under Filosofia, Psicologia, Religião

A consciência moral consiste na capacidade de se distinguir o bem do mal. Esta capacidade é em parte inata e, em parte, adquirida pela vivência social. Distingue-se da noção religiosa do pecado, que tem a ver com os preceitos de vida propostos pelas diferentes religiões. A noção de bem e mal não é religiosa [...]

O Concerto para Piano

by @ segunda-feira, janeiro 9th, 2006. Filed under Música

O Concerto para cravo e orquestra surgiu no barroco, especialmente com obras de J. S. Bach. Com a aceitação cada vez maior do piano, compositores passaram a usá-lo e, na época clássica, a forma se firmou com as obras de Haydn, Mozart e Beethoven. A estrutura é semelhante à da Sinfonia, apenas que em três [...]

Virtudes

by @ domingo, janeiro 8th, 2006. Filed under Filosofia, Religião

A página Pequeno Tratado das Grandes Virtudes traz, como o nome diz, um verdadeiro tratado, muito bem posto, das virtudes, de um ponto de vista humanístico (não religioso), que cai muito bem num contexto multi-confessional, para que se veja que a prática da virtude e a busca do bem são próprios do homem, independente de [...]

Crença e Verdade

by @ domingo, janeiro 8th, 2006. Filed under Filosofia, Religião

A grande diferença entre as religiões e a ciência (que, de nenhum modo, é uma religião) é que as religiões são baseadas na crença, transformada em dogma. Assim sua verdade não é colocada em questionamento. O fiel deve aceitá-la ou sair da religião. Certamente, nos primórdios, as religiões evoluiram de mitos surgidos para explicar o [...]

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