Archive for agosto, 2006

Em que acreditar

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Filosofia, Religião

Sobre em que se deve acreditar, a resposta direta é, simplesmente: em nada! É claro que os mitos tiveram e ainda têm um importante papel na sociedade, como bem o demonstra Joseph Campbell em “The Power of Myth”. Mas é importante que as novas e futuras gerações, de todos os povos e culturas, sejam educadas [...]

Há esperança, mas, o que fazer?

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Ciências

Os pecados gramaticais são extremamente veniais em relação ao pecado mortal que é assassinar o ambiente. A coisa tá preta… mas eu sou um otimista (talvez um tanto irracionalmente) e acho que sobreviveremos não só aos próximos cem anos, mas a milhares e milhões. Mas talvez não a nossa civilização. No entanto ainda há tempo. [...]

A certeza da existência ou não de Deus.

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Religião

Quanto ao tema do tópico “Deus existe ou não?” considero que esse conhecimento (sobre a existência de Deus) pode ser bem vívido para quem tem fé, de modo que, para essa pessoa, não há dúvida nenhuma e, com base nesta certeza, tudo que ela vê é uma prova da existência de Deus. Mas esta verdade [...]

O conhecimento e a verdade

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Filosofia, Religião

Concordo inteiramente com o Diógenes. O que a Religião, a Ciência e a Filosofia devem buscar é, simplesmente, o “Conhecimento”. Não importa a metodologia com que se aborda essa busca. O importante é que se possa dizer que se “sabe” ou não se sabe algo a respeito de alguma coisa. Nesse sentido, a origem da [...]

Religião, Ciência e Filosofia

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Ciências, Filosofia, Religião

Considero que, já que a verdade é única, todos os caminhos necessariamente levarão a ela. Assim, Religião, Ciência e Filosofia, desde que corretamente aplicadas à busca da verdade, a encontrarão. Não há porque considerá-las compartimentos estanques. Seus métodos são distintos mas, no meu entender, é preciso, inclusive, promover uma intercessão dos métodos e dos objetos [...]

O conforto da ilusão

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Religião

Este é o caso de todas as religiões. São como o “botão na tela”. Parece que a humanidade tem uma necessidade atávica de se prender a ilusões. Realmente é reconfortante crer que temos uma alma imortal e que existe um ser superior que governa o Universo ao qual podemos recorrer para resolver “num passe de [...]

Como é na Islândia

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Sociedade

Como falar de sexo sem constrangimento, sem que seja em tom de galhofa e sem que seja uma aula de biologia? Como comentar nossas vivências, nossas angústias e temores, nossos desejos e fantasias? Como trocar as experiências como se trocam receitas de pratos? É isso que eu acho que deveria ser. Uma coisa natural e [...]

Sexo como assunto que não é sério.

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Sociedade

Independente de ter visto ou não o filme (e eu não ví), achei muito apropriado abordar este tema em uma comunidade voltada para discussões filosóficas. A questão que coloco, especificamente neste tópico, é a seguinte: sendo, como é, o sexo um ingrediente essencial da existência, porque ele não é tratado de modo natural em conversas, [...]

Similia similibus curantur

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Sociedade

Apesar de, na Física (e na Engenharia Elétrica também), os opostos se atraírem, nas relações humanas não é a mesma coisa, especialmente nos relacionamentos amorosos. Neste caso, o fato dos sexos serem opostos é o que causa a base biológica da atração. Mas o relacionamento só se constrói, se enriquece e perdura na identificação das [...]

A Física e a Filosofia

by @ terça-feira, agosto 22nd, 2006. Filed under Filosofia, Física

A questão que eu coloco a respeito da causalidade ser uma concepção física ou filosófica é a seguinte: Se a natureza exibir de maneira inequívoca a ocorrência de eventos (isto é, fenômenos, acontecimentos) que ocorram sem causa ou que não causem efeitos, então não há como não se admitir que nem tudo tem causa. Na [...]

[Ernesto von Rückert is proudly powered by WordPress.]