Archive for dezembro, 2006

Criatividade científica

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Epistemologia

O método de teste de hipótese, característico da ciência, tanto no caso de pesquisas determinísticas quanto estocásticas é, sem dúvida, a segurança do pressupostos básicos da ciência, que são a verificabilidade e a falseabilidade. Isto a livra de qualquer dogmatismo e a coloca na busca desinteressada, mas compromissada da verdade. Digo isto porque o compromisso [...]

Os vários “eus”

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Psicologia

A questão levantada pela Teresa sobre os vários “eus”, bem como a do Tarlei, são interessantíssimas e não possuem uma resposta cabal. Como saber que a única coisa que existe no Universo não seja a minha própria mente? Como saber se a minha mente é real ou uma projeção de outra mente? E dentro da [...]

O gene egoísta

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Biologia

Em seu livro “O Gene Egoísta”, Richard Dawkins diz que nossos organismos nada mais são do que instrumentos criados pelas moléculas replicantes para perpetuarem-se. Assim os dois instintos primários, da existência e da procriação, forjaram-se na natureza para atender a este imperativo básico do gen: replicar-se. Esta pulsão pode estar contida na própria estrutura sub-atômica [...]

O homem na Lua

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Ciências

Estou convencido de que o homem realmente pousou na Lua pelo seguinte argumento:
Se tal não houvera ocorrido, à época da guerra fria, os Russos não perdoariam os EUA. E eles tinha plenas condições de monitorar tudo, inclusive de captar as transmissões. Assim, se não colocaram a boca no trombone para desmoralizar os EUA perante o [...]

Os elementais

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Religião

Os elementais, bem como qualquer espécie de ser “espiritual” são uma constante nas culturas humanas, o que se traduz em uma rica literatura e em outras manifestações artísticas. Como tema antropológico de discussão, considero de alta relevância, inclusive para o entendimento da noção de deus e da alma. Como um dado da realidade, não tem [...]

A sedução da genialidade

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Sociedade

A visão de que os gênios seriam assexuados é inteiramente distorcida. Genialidade não tem nada a ver com homossexualidade. Podem ter havido gênios homossexuais, talvez em maior proporção do que no resto da sociedade. Mas entendo que seja apenas porque a genialidade também envolve um atitude mais libertária e independente dos preconceitos sociais, [...]

O que procuro (e achei) em uma mulher

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Pessoal

Para mim a mulher que quero para companheira tem, antes de tudo, que ser uma pessoa integral, segura de sí, independente, dona do seu nariz. Uma amiga de igual para igual comigo. Assim a inteligência, a presença de espírito, a altivez, são essenciais. E mais: ser bem educada, fina, culta. E tem algo que não [...]

O bem e a espada.

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Filosofia, Religião

O bem e o mal não são entidades. São características do fazer. Sua existência não tem ligação com a de deus. O bem é a qualidade que se depreende das ações que promovem a maximação da felicidade para o maior número de seres. Assim a virtude é um bem pois ela consiste nisso. Mas, felicidade [...]

A regularidade do acaso.

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Biologia, Cosmologia, Física

A teoria do Caos está aí para mostrar que existem leis no acaso. Vejam:
http://en.wikipedia.org/wiki/Chaos_theory
Por outro lado, a questão da razão áurea e outras concernentes à representação matemática do comportamento da natureza pode não ser uma mera coincidência. Vejam:
http://www.dartmouth.edu/~matc/MathDrama/reading/Wigner.html
A questão do encaixe ordenado das peças, por acaso, é claro que é possível, mas a máquina não [...]

Razão, emoção, psiquismo, mente e alma.

by @ quarta-feira, dezembro 27th, 2006. Filed under Psicologia

O meu entendimento sobre o livro “O erro de Descartes”, que lí, não é que a falta de emoção ou sentimento podem destruir a racionalidade e sim que a racionalidade não existe sem emoção e sentimento. Ou seja, que a mente não consegue ser particionada entre razão e emoção. Todo processo racional envolve emoção e [...]

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