Archive for novembro, 2008

Esoterismo e Física Quântica

by @ domingo, novembro 30th, 2008. Filed under Esoterismo, Física Quântica

A Física Quântica é, simplesmente, a Física. Não tem nada de esotérico. Todos os fenômenos naturais são quânticos. E só existem fenômenos naturais. Apenas que, no domínio macroscópico, o modelo não quântico da realidade natural se presta bem para descrever, de modo muito mais simples, os fenômenos. Daí ser usado. Muito bem… Na Física Quântica, [...]

Verdade e mito

by @ sexta-feira, novembro 28th, 2008. Filed under Lógica, Religião

Sobre a verdade há que se distinguir dois aspectos: o objetivo e o subjetivo. Este se reporta ao que o sujeito considera como sendo verdade, isto é, como sendo adequação entre a realidade que ele percebe e todos os registros de memória de sua mente. Aquele se reporta à adequação da “coisa em sí”, independente [...]

Causalidade e incausalidade

by @ sexta-feira, novembro 28th, 2008. Filed under Cosmologia, Metafísica

Olavo de Carvalho está equivocado em dois pontos. O primeiro é considerar que existem leis que foram estabelecidas previamente, às quais os fenômenos naturais devem obedecer. O segundo é considerar que a relação causa-efeito é uma necessidade natural. O segundo eu já comentei em postagem anterior neste mesmo tópico. O primeiro é que as leis [...]

Comportamento e educação sexual na Polinésia

by @ sexta-feira, novembro 28th, 2008. Filed under Sexualidade

É interessante investigar a variedade do comportamento, o conhecimento e a educação sexual na Polinésia, que é muito variado ( http://www2.hu-berlin.de/sexology/IES/frenchpolynesia.html#3 ). Em algumas ilhas os rapazes são iniciados sexualmente com as moças numa forma educativa. O cerceamento da liberdade sexual, no meu modo de pensar, é motivo de traumas psicológicos que podem levar à [...]

Big Bang quântico

by @ quinta-feira, novembro 27th, 2008. Filed under Cosmologia

A gravitação quântica, de acordo com a teoria de laços quânticos (não confundir com a teoria de anéis quânticos), não descarta o Big-bang, apenas diz que ele não é único, mas parte de uma série de cíclos, além de suprimir a singularidade (que, aliás, nem a teoria do Big-bang único contempla, já que nela os [...]

Buraco Negro

by @ quinta-feira, novembro 27th, 2008. Filed under Astronomia

A característica essencial de um buraco negro (para que possa ser chamado de buraco e de negro) é a existência de um “horizonte de eventos” e não de uma singularidade. Haja ou não a singularidade, se um conteúdo de massa e energia estiver condensado em uma região menor do que o “raio de Schwarzschild” (no [...]

Equívocos sobre o Big Bang

by @ sexta-feira, novembro 21st, 2008. Filed under Cosmologia

1) O Big Bang não foi uma explosão de um ponto cheio de matéria para um espaço vazio circundante. O Big Bang foi uma subita expansão do próprio espaço com todo o seu conteúdo, que se deu igualmente em todos os lugares. A teoria do Big Bang não explica como isso começou, apenas como ocorreu, [...]

Extra-Terrestres

by @ sexta-feira, novembro 21st, 2008. Filed under Cosmologia

Como o número de galáxias do Universo observável é estimado em 125 bilhões e a média de estrelas por galáxia é cerca de 100 bilhões, teríamos doze e meio sextilhões de estrelas (1,25E22) no Universo, a maioria possuindo planetas. A fórmula de Drake estima que teríamos 2,31 civilizações em nossa galáxia. Considerando-a como típica, haveriam [...]

Realidade e modelo

by @ sexta-feira, novembro 21st, 2008. Filed under Epistemologia, Física

É preciso distinguir a realidade dos modelos teóricos que a descrevem. Não existe corpo nem uni nem bi-dimensional na natureza, ainda mais de extensão infinita. Todavia, para efeitos de simplificação de cálculos, considera-se que, se uma ou duas de suas dimensões são desprezíveis, então são desprezadas, daí se ter uma superfície ou linha sem espessura, [...]

Contribuição da Energia para a Massa

by @ sexta-feira, novembro 21st, 2008. Filed under Relatividade

O conteúdo de massa-energia de qualquer sistema tanto é responsável pelo encurvamento do espaço tempo que provoca (carga gravitacinal ativa), quanto pela pela resposta que dá a este encurvamento (carga gravitacional passiva). Assim, a temperatura e os movimentos internos de rotação e vibração (todos em relação ao centro de massa do sistema), contribuem para sua [...]

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