Queria ser um mágico

by @ 0:06 on 20 fevereiro 2010. Filed under Anarquismo, Comportamento

Que fizesse um feitiço e o espalhasse na atmosfera do mundo, para que todo aquele que perpetrasse, mesmo em pensamento, mas com intenção de executar, qualquer maldade, instantaneamente caísse fulminado por um ataque cardíaco. Melhor ainda: soltasse um gás na atmosfera que acabasse com toda a maldade das pessoas. No instante seguinte a Terra toda seria habitada apenas por pessoas boas e de bem, e todo aparato policial, carcerário, judicial e militar poderia ser demolido, já que tudo isto só existe porque há pessoas que cometem crimes, são desonestas ou prejudicam a outras. No meu mundo, na minha Utopia, não há crime, nem maldade, nem governo, nem fronteiras, nem dinheiro, nem propriedade, nem família, nem religiões, nem partidos políticos. Ninguém tem nada, pois tudo é de todos e todos vivem em fraternal harmonia, compartilhando tudo, inclusive os companheiros e companheiras amorosos, numa forma comunitarista de vida. Toda criança é filha de todo adulto e todo adulto é pai de toda criança. Não há preguiça e nem cobiça, nada é particular. Se eu fosse um mágico por um dia, eu criaria este mundo.

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One Response to “Queria ser um mágico”

  1. jonas disse:

    Olá!
    Também comungo de seu desejo,em que tanto a dor física quanto a moral,ou seja, o mal seja dessarraigado da face da Terra.Em post anterior comentei,em que se retirarmos todo o mal que os homens submetem uns aos outros,quanto de mal sobraria na face da Terra.A meu ver a quebra de dois princípios fundamentais(amar a DEUS sobre todas as coisas, e amar ao próximo como a si mesmo) é o catalizador de todas essas mazelas. O amor ao próximo exige Valores Morais Objetivos, que implícitamente afirma da existência de um Criador,e como tal colocou no âmago da alma humana o desejo de cumprimento de tal princípio.A quebra provoca uma dissonância no convivio social humano,pois o egoísmo(egocentrismo) é uma arma poderosa de destruição.Esta “bomba-relógio” estará no colo de todo aquele que não estiver sensível a este Princípio,acarretando morte ” interior” de todo o indivíduo que resolver ignorá-la.Ja dizia um ditado popular:”Quem não viver para servir,não serve para viver.” Queiramos ou não,a vida embebida de maneira compromissada com o próximo,é o único antídoto contra a falta de sentido da existência.Abraços

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