Cardinais Transfinitos

by @ 22:41 on 28 novembro 2005.

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2 Responses to “Cardinais Transfinitos”

  1. [...] Suas considerações são instigantes e requerem um bom estudo para contra-argumentar ou acatar (minha argumentação é dialética e não erística). Nestes dias de festas não estou tendo tempo para me dedicar a isto, mas logo retorno. Sobre o infinito (em matemática, que é uma abstração e não na natureza), no entanto, veja o artigo que escrevi em: http://www.ruckert.pro.br/blog/?page_id=114   [link] [...]

  2. [...] Quanto ao Universo ser eterno ou não, em primeiro lugar temos que considerar que é perfeitamente possível que o Universo nunca tenha começado e que nunca acabe, bem como que tenha começado e que acabe. Pode ser que o tempo sempre decorreu ou que tenha tido um instante inicial, do mesmo modo que pode continuar a correr indefinidamente ou venha a cessar. Inclusive é possível que o tempo pare de passar sem que o conteúdo substancial do Universo cesse de existir e nem o espaço por ele ocupado. Isto é, pode haver espaço sem que se passe tempo, como pode haver a passagem do tempo sem que haja espaço. Isto é as dimensões do Universo podem se colapsar, alguma delas deixando de existir. A decisão entre essas possibilidades não é teórica, nem filosófica. É observacional. São os dados observacionais que permitirão concluir se o Universo sempre existiu e sempre existirá ou não (os dois fatos são independentes, isto é pode haver infinito para o futuro sem que haja para o passado ou ao contrário ou os dois ou nenhum dos dois). Este infinito de que estou falando é um infinito REAL e não potencial. Por falar em infinito, em matemática, e nas noções de Cantor, sugiro uma leitura no artigo que escrevi em 1968: http://www.ruckert.pro.br/blog/?page_id=114 Resumindo: é claro que o Universo PODE ser eterno, mas não que realmente o seja. Os dados observacionais, até o momento, parecem indicar que ele não seja eterno para o passado (isto é, que teve um início), mas que será eterno para o futuro.   [link] [...]

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