ARTIGOS

by @ 10:02 on 5 abril 2008.

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One Response to “ARTIGOS

  1. Alberto Carvalhal Campos disse:

    A IMPLOSÃO DO UNIVERSO

    A expansão do universo é pura ilusão de ótica

    O problema da expansão ou contração do universo só poderá ser percebido corretamente, por um observador localizado do lado de fóra do universo. Se tiver do lado de dentro, que é o nosso caso, ele terá dupla interpretação; a de expansão e de contração, porque não terá um ponto fixo de referência.
    É como o caso de uma pessoa dentro de um trem que para em uma estação, onde existe um trem parado. Se a pessoa olhar apenas para o trem parado, como fonte de referência e um dos trens partirem, ele não saberá se foi seu trem que partiu ou se foi o outro. Só depois que aparece a estação, como fonte de referência é que ele tem noção de qual trem partiu e qual ficou parado.
    Este é o caso de nossa galáxia. A “Via Lactea” está situada próximo ao centro do universo, isto é, a cerca de 100.000 anos luz deste centro, onde existe o “Grande Attractor Vigor”, um massivo e gigantesco aglomerado de estrelas. Nossa galáxia parece ser atraída por este aglomerado, porque caminhamos em direção a ele. Sendo assim, avançamos cada vez mais rápido à medida que nos aproximamos deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós dando a ilusão de expansão acelerada do universo.
    Além disto, existem evidências de que nosso universo parece girar. Isto não foi tortalmente aceito pelos cientistas, apoiados na teoria do big bang, porém as teorias mudam; as evidências não.
    Primeiramente observemos seu formato elítico. Se não girasse seu formato seria o esférico e quanto mais girar, mais seu formato tenderá para o de uma elípse ou uma pizza, como as galáxias (isto é repetitivo no universo).
    Com este movimento de translação, as galáxias da periferia girarão mais lentamente que as mais centrais, exatamente como nosso sistema solar. Como ocupamos este centro, veremos as outras galáxias se afastando de nós e quanto mais distante estiverem às galáxias, mais acentuado será este afastamento, porque giramos mais rápido. Isto também é intrepretado como expansão acelerada do universo, provando que a contração e a expansão do universo se confundem, quando estamos dentro do evento.
    Apenas com estes dados, não temos uma certeza completa da contração do universo, mas comprovamos a dupla interpretação. Entretanto com mais algumas evidências aumentaremos nossa convicção:
    1 – Juntando-se o movimento giratório das galáxias, com o movimento das galáxias em direção ao centro do universo, apresentado anteriormente, à ilusão de ótica será bem acentuada e percebida mais facilmente.
    2 – Se tivesse ocorrido o big bang, as galáxias da periferia seriam as mais antigas, porque seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centais as mais jovens, pois seriam as derradeiras. Não é isto que vemos e sim, justamente o contrário, sugerindo uma contração do universo.
    3 – A disposição das galáxias no universo é oposta a de uma explosão e uma expansão. Existem mais galáxias no centro que na periferia. O certo em uma explosão é que toda a massa se encontre na periferia, estando o centro praticamente vazio, como acontece com explosões de estrelas, de granadas militares, de fogos de artifício, etc. Um universo repleto de galáxias em seu interior, sugere que não houve explosão nem expansão e sim, um jorro contínuo de matéria e isto complica muito a teoria do big bang. Isto só pode ocorrer, em uma contração do universo.
    4 – Sabemos que os corpos celestes são formados pela união de corpos menores, que por sua vez são formados por corpos menores ainda e assim sucessivamente.
    Para se aglomerar matéria no espaço é necessário que elas se aproximem pela força da gravidade e não pode haver aglomeração com expansão. Portanto o universo não se expande; ele se contrai.
    5 – Em toda explosão, o centro é a parte mais quente e a periferia a parte mais fria. Não existe este centro quente e a periferia, como exceção, apresenta um calor a cerca de 14 bilhões de anos. Como isto é possível? Como não se sabia, na ocasião exatamente o que era, foi atribuído, erradamente, a meu ver, ao eco do big bang ou ruído de fundo. Na realidade pode ser os resquícios do calor gerado por descargas eletromagnéticas do espaço extra universo infinito (raios gama), de onde existe uma energia também infinita, da qual o universo é alimentado e de onde a energia é convertida em matéria (E=MC²), indicando que o universo é formado na periferia e as micro matérias recem formadas, se unem, camiham para o centro, continuam se aglomerando, formando estrelas que se aglomeram para formarem galáxias anãs, que se aglomeram, se chocam, formando galáxias maiores e vão seguindo a evolução natural do universo. Isto permanece até hoje e para sempre.
    6 – O átomo primordial da teoria do big bang, não pode ser apenas um pequenino átomo. Ele tem que ser muito mais que um simples átomo. Como pode tanta matéria do universo, caber num pequeno átomo primordial? O tamanho do universo ainda não está definido. Já se fala hoje, que ele tem 78 bilhões de anos luz de ponta a ponta. Ainda não conhecemos todas as galáxias do universo e as que conhecemos não cabem em um átomo primordial, por mais concentradas que estevessem estas matérias. De onde surgiu esta força descomunal para comprimir toda esta matéria num pequeno átomo? Ciência não é religião: milagre não existe; mágica é pura fantasia. Existe muita coisa fantasiosa na atual teoria do big bang e isto dificulta o raciocínio lógico das coisas e nos leva a cometer erros. Como surgiu o átomo primordial? Dizer que sempre existiu, é fantasia. Como foi detonado este átomo? Enfim, precisamos de respostas coindizentes.
    7 – Em uma explosão no espaço, sem gravidade ou big bang, os estilhaços ou as galáxias, caminham em linha reta, do centro para a periferia sem jamais se chocarem e afastam-se cada vez mais umas das outras. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. Porque no universo tudo se choca o tempo todo? Isto é contração do universo.
    8 – O “Grande Atractor Vigor”, este massivo aglomerado de estrelas velhas pode, perfeitamente ser restos de galáxias, que atingiram seu destino final.
    Existem mais evidências, porém estas já são suficientes para confirmar as minhas suspeitas.
    . Temos que juntar a isso, as várias hipoteses, como a dúvida do desaparecimento da antimatéria por ocasião do big bang, a matéria escura, a energia escura, a constante cosmológica, etc. Tudo isto foi criado para justificar a expansão do universo. Se o exposto for verdadeiro, podemos descartar estes itens.

    NÃO EXISTIU O BIG BANG — O UNIVERSO NÃO SE EXPANDE

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