Meu Credo

by @ 12:00 on 19 dezembro 2009.

Creio na realidade do mundo exterior, independente de uma mente perceptiva.

Creio na natureza física da realidade objetiva, isto é, na inexistência de espíritos e deuses.

Creio no caráter puramente físico-biológico da mente e da consciência, como ocorrências do organismo que se extinguem inteiramente com sua morte, não havendo nenhuma espécie de prorrogação da vida da consciência.

Creio no surgimento expontâneo do mundo e da vida.

Creio na evolução natural das espécies vivas.

Creio no indeterminismo e na incausalidade como possibilidades no encadeamento de eventos.

Creio no acaso e em nenhuma predeterminação como o fator condicionante do rumo da evolução.

Creio na impessoalidade do bem e do mal e na superioridade do primeiro.

Creio que a felicidade é o supremo bem, mas que felicidade não é gozo desenfreado de prazeres, mas sim a satisfação interior de se fazer o bem.

Creio que a verdade seja o maior valor a ser perseguido.

Creio que o ceticismo metodológico é a melhor ferramenta para a busca da verdade.

Creio que a conduta humana pode ser balisada por principios éticos decorrentes de concepções puramente naturalistas.

Creio na capacidade humana de disseminar o bem e erradicar o mal.

Creio na capacidade humana de atingir a verdade por seus próprios recursos intelectuais.

Creio na ciência como o melhor caminho para se atingir a verdade.

Creio que o amor incondicional, ilimitado e irrestrito seja a atitude a ser tomada e o conselheiro a ser ouvido em tudo o que se faça.

Creio na possibilidade de se construir uma sociedade justa, fraterna, pacífica, harmoniosa e feliz.

Creio na tolerância, na solidariedade, na operosidade e na honestidade como condutas exemplares para a construção dessa sociedade.

Creio na virtude e não na vantagem, como a regra exemplar de vida a ser perseguida por toda pessoa.

Creio na bondade como a maior de todas as virtudes.

Creio na educação e na cultura artística, científica e filosófica e não na religião ou na violência, como meios para se atingir essas condições.

Creio no sonho de se realizar tudo isto como a grande motivação para se viver.

Creio na luta pela concretização desse sonho como o maior significado que se possa dar à vida.

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23 Responses to “Meu Credo”

  1. Alexandra Espirito Santo disse:

    Creio que não creio…..

    Bom dia….

    Não pude ou consegui conter-me perante tantos ” Eu creio”…ok, assim sendo, Deus não existe….então agradeço que me prove que Ele não existe.
    Até então, apenas tenho visto, lido, ouvido, críticas, diria quase pouco criativas a respeito da não-existência de uma entidade divina, mas cada vez mais, com estudo, cientifico, antropológico, arqueológico, e por aí adiante….concluímos e , quando digo concluimos estou a falar da corrente ideológica céptica que vos leva a dizer coisas tal como o credo que menciona….não me vou alongar porque aguardo vossa resposta para lhe trazer talvez alguns conhecimentos….por vezes, não é só a idade que conta, mas o valor que damos à mesma para enobrecer o nosso carácter, encher o vaso de conhecimento para que possamos refutar sem todavia, ter a disciplina / destreza intelectual para permitir, receber, concluir, admitir,e saber saborear todo o conhecimento que nos seja dado…crescendo então espiritualmente…

    De uma “míuda”….que não passava de uma mera aprendiz de filósofo nos seus tempos de escola, mas que deixou o bichinho crescer…..

    Xana Espirito Santo

  2. Ernesto disse:

    Alexandra, obrigado por seu comentário.
    Incialmente digo que, como livre-pensador, tenho a mente aberta a tudo, estando disposto a mudar minhas convicções, desde que convencido de meu erro.
    Meu credo é uma resposta a quem considera que céticos não creem. Creem sim, em muitas coisas, como todo mundo. A diferença é suas crenças têm duas características essenciais: plausibilidade e provisoriedade. Tudo o que afirmei que creio, faço-o por ter fortes indícios (mas não certeza, o que nunca se tem) de sua veracidade e, mesmo assim, enquanto não tiver indícios mais fortes em sentido contrário.
    Quanto a Deus, não afirmei que creio. Isto significa que não creio que exista. Mas não disse que creio que não exista, o que é diferente. Meu ateísmo é cético e não dogmático. Isto é, considero que não há fortes indícios que me levem a crer na existência de Deus. Assim, considero que não exista.
    Não é preciso provar isto. O contrário sim. Tudo o que não seja evidente, a priori se considera inverídico, requerendo prova para aceitar sua veracidade. Ora, a existência de Deus não é evidente. Aceitá-la, pois, só com provas. Até agora, todas que conheço são falhas. Assim não posso considerar que exista, pois a fé, que é uma crença sem respaldo de fortes indícios, é algo inteiramente descabido. Além do mais não pode ser erigida como critério de verdade, pois há várias “fés” em coisas completamente contraditórias, impossibilitando que sejam simultaneamente verdadeiras. Logo o critério de decisão por alguma delas tem que ser extrínseco à fé. O razoável é supor todas sem base e buscar a verdade pelas evidências e comprovações.

  3. LERI disse:

    Bom dia
    Eu gostaria de ir um pouco mais longe,se ele realmente existe como que funciona o sistema.sera que ja não ta na hora dele modificar algumas leis.
    Ou sera que somos tão pequenos que ele nem se importa.
    Como pode alguem imaginar que uma inteligencia possa comandar tudo.É um ditador e se comanda tudo deixa muito a desejar.
    Eu acho o proprio ser humano cheio de poblemas e defeitos de fabricação.
    Sensor de frequencia de 20 hz a 20khz
    Reprodutor de frequencia nem toda faixa de audio
    sensor de imagem frequencia bem limitada poderia por exemplo ver infra vermelho.
    A maquina toda é uma droga mil doenças.
    vivemos pouco quando ta começando a ficar bom ja ta na hora
    de morrer.
    Tomara que de tempo do ser humano evoluir.
    Ernesto parabems pela sua forma de pensar.

  4. Idma disse:

    Incrível como que, os deístas querem passar o ônus da prova!!!!!!

  5. Idma disse:

    Tipo eu afirmo que o saci existe, se alguém chega e me diz que nao existe, eu ainda peço que me provem que nao existe?! Acorda, Alexandra….

  6. Sandro disse:

    Os deístas deviam admitir de uma vez que crêem por que desejam e somente isso. Pois que creiam, não é proibido… tampouco é proibido duvidar, descrer…

  7. Mario Silveira disse:

    Creio na realidade do mundo exterior, independente de uma mente perceptiva.

    O Axioma I do Espaço HiperConexo – Princípio Forte de Equivalência diz:

    “The reason why it exists [Existential Quantum] is the same why it acts”.

    Ok! Realmente o mundo existe independente de uma mente perceptiva, contudo, segundo o Axioma I, a existência do mundo exterior é co-implicante à existência de uma mente perceptiva, ou consciência, o que dá no mesmo.

    O que achas?

  8. Mario Silveira disse:

    “Creio na natureza física da realidade objetiva, isto é, na inexistência de espíritos e deuses.”

    Supondo-se a existência do Megauniverso, podemos focar em uma hiperrealidade que clama por ensaios meditativos!

    Dever haver alguma conexão entre este estado fundamental o qual Michio Kaku chama de Nirvana, que ainda nos é tão misterioso!, e o estado existencial que chamamos de consciência.

    Eu estou procurando estabelecer o inconsciente individual e coletivo como uma representação local do “estado de singularidade” de onde o universo emerge no Big-Bang, de forma a reconstruir – por meio da energia arquetípica do inconsciente – a conexão com o estado fundamental nirvânico.

    Do ponto de vista de uma Justiça Divina, o inconsciente responde à necessidade de uma quebra de simetria local (Jung says that for the collective unconscious spacetime vanishes).

    (Ideas under construction! Needs lots of improvement!)

  9. Mario Silveira disse:

    “Creio no caráter puramente físico-biológico da mente e da consciência, como epifenômenos do organismo que se extinguem inteiramente com sua morte, não havendo nenhuma espécie de prorrogação da vida da consciência.”

    A Igreja Católica mune-se de uma dogmática cuja função primeira é proteger seu corpo físico e espiritual. Encabeçando tal crédulo temos: “Creio na existência de Deus, Todo-Poderoso”.

    Assim, derrepente e surprendentemente, quase constatei que não deveria implicar com o vosso credo, pois isso seria – num sei não! – até um pecado de minha parte.

    A questão é que me fica essa dúvida: se estamos mergulhados em um megauniverso, é possível que exista uma conexão do nosso universo físico-biológico com esse plasma nirvânico que deve transcender a essencia última de nosso universo particular.

    Por exemplo: Que é a eternidade? Hum… Talvez eu não… saiba! Mas, por outro lado, também não me é necesssário saber…

    Sim! Basta me dizer que o meu universo existe como uma quebra de simetria local de algo que intuo e chamo Eternidade.

    Assim existe uma relação interessante que – mesmo ainda não sabendo exatamente o que fazer com a mesma! – liga meu universo mental físico-biológico finito ao que não é finito.

    Vejo aí um jogo interessante entre o que chamamos de Consciência e Eternidade. A seguir, podemos inventar que evolução das espécies são quebras de simetria circunscrevendo estados bem definidos de consciência. Isso parece levar quase que imediatamente à noção de campo da física…

    Professor e caro amigo, são 2:50hrs… a madrugada começa a esmagar minha limitada mente… fica para outra oportunidade…

    Onde deverei organizar melhor minhas idéias, no momento inspirado pelo golpe de ar fresco de seu site.

    Obrigado!

    Mário

  10. Mario Silveira disse:

    The anglican priest, John Polkinghorne, has invented a theology which gives up the ancient all-powerful dictator-like Judeo-Christian God. It is well worth some research!

  11. Mario Silveira disse:

    Querido amigo Professor Von Rückert,

    - Epifenômenos II –

    “Creio no caráter puramente físico-biológico da mente e da consciência, como epifenômenos do organismo que se extinguem inteiramente com sua morte, não havendo nenhuma espécie de prorrogação da vida da consciência.”

    ——–

    Assim como, aparentemente, ou dependendo do referencial, o Sol gira em torno da Terra…

    Aparentemente, imploro-lhe, dê-me uma chance!, muito aparentemente mesmo, bem mais sutilmente que a relação Sol-Terra, consciência aprresenta-se como um epifenômeno do organismo!

    Assim fosse, deveríamos considerar o campo, como o de gravidade quântica, por exemplo, como um epifenômeno, creio, das partículas virtuais. Até podemos! Não?

    Contudo, Steven Weinberg, em seu maravilhoso livro “Dreams Of A Final Theory”, nos avisa já no prefácio:

    “Out of the fusion of relativity with quantum mechanics there has evolved a new view of the world, one in which matter has lost its central role. This role has been usurped by principles of symmetry, some of them hidden from the view in the present state of the universe.”

    Subtle is the Lord! Subtler, the Principles Of Symmetry!!

    Creio poder demonstrar a equivalência entre Consciência e uma estrutura sutil que chamo de Campo Existencial, a qual me parece coincidir com o campo de gravidade quântica, cuja sutileza pode transcender nosso próprio universo, permitindo-me especular sobre sua realização, então, como o próprio campo nirvânico de Michio Kaku.

    Caso contrário, deveríamos – lembrando Hilbert – poder “inventar”, como elabora Eugene Wigner, uma relação topológica entre o campo de gravidade quântica e o, presentemente, hipotético Campo Existencial.

    Tchuss!

    Mário

    PS: Essa noite sonhei que tenho um amigo estrangeiro – antigo de já pelo menos mais de um sonho – que fala bem francês e inglês. Estava chegando ao aeroporto com um casal com os quais conversava na língua francesa. Sou descendente de franceses, falo um pouco essa língua, de tal forma que chamei a atenção desse meu amigo mais ou menos desconhecido no sonho:

    Nic! Comment ça vá?

    Conversamos rapidamente e nos despedimos…

    Acordei então com uma forte disposição para escrever-lhe!

    Tenho muita vontade de aprender alemão!

  12. Ernesto disse:

    Caríssimo Mário.
    Em breve examinarei suas postagens e farei meus comentários.
    Obrigado pela participação.
    Abraços.

  13. Mario Silveira disse:

    Caro amigo que um dia ainda abraçarei,

    Eu é quem agradeço a oportunidade!

    Pelo que sei você tem muito trabalho a fazer em sua escola…

    Então, muita energia para ti!

    Inté….

  14. Olga disse:

    Crer ou não crer é mais uma coisa humana, assim como escolher entre um e outro o é – e necessário. Fazer o que…
    Gostaria de ter sido alguém que, simplesmente, tivesse vivido de modo espontaneo e também ter percebido muito cedo o quão devastadora é a influência dos outros, sobretudo família, em nossa vida – em quase todos os sentidos.
    Estou aqui porque o Orkut “sugeriu” você como amigo. Precisava, antes, saber o que pensa, porque, atualmente, só vou ficar perto de quem tenha afinidade com minhas idéias.
    Você tem, achei ótimo!
    Abraço

  15. Marcello Borges disse:

    “Creio no surgimento expontâneo do mundo e da vida”.

    Se me perdoa pela brincadeira, “creio no surgimento NÃO-ESPONTÂNEO (com “s”, por favor!) do abuso à ortografia…”

    Me explique, Herr Rückert, como a matéria pode criar consciência. Como se explicam as lacunas fósseis. Como se explica o experimento de Jacobo Grinberg-Zylberbaum (ao que parece, só a não-localidade da consciência satisfaz como justificativa). Como… ah, bem. Desculpe. É enfadonho relacionar perguntas embaraçosas para céticos. Troco todas só por uma: Por que o cético é feliz?

  16. Marcello Borges disse:

    Ah, Herr Rückert, me esqueci do principal.

    O Sr. respeita um ganhador do Prêmio Nobel?

    Caso tenha respondido mentalmente que sim, como suponho, passemos ao próximo ponto.

    Certamente o Sr. é daqueles que considera um absurdo alguém perder seu tempo com a astrologia, não é? Bem, nesse caso, recomendo-lhe a leitura de “Dancing Naked in the Mind Field”. O autor é Kary Banks Mullis, ganhador do Nobel de Química em 1993 por sua invenção da PCR, “polymerase chain reaction” ou Reação em Cadeia de Polimerase. Merece algum crédito, não?

    Eu também acho. Por isso mesmo é que quase comprei duas centenas do livro dele pela Amazon para dar a céticos & similares. Por quê? Ah, porque esse livro tem um capítulo (o 15) de 11 páginas intitulado, “I am a Capricorn” – “Eu sou de Capricórnio”. E esse capítulo se encerra assim (tradução minha), “Nasci às 17:58 GMT de 28 de dezembro de 1944 em Lenoir, Carolina do Norte. Você pode descobrir mais a meu respeito com essa informação do que lendo este livro”.

    Ah – esqueci de minha qualificação. Sou engenheiro eletrônico, advogado, jornalista e tradutor. Alguma coisinha que outra eu também conheço, mas ainda não ganhei nenhum Nobel…

  17. christina ferraz disse:

    CREIO SOMENTE QUE A VERDADE ESTÁ ACIMA DO CONHECIMENTO DO HOMEM…

  18. Paula disse:

    Eu também creio em tudo isso.

    Foi conhecendo a ciência que me libertei das criações e ilusões mundanas.

  19. Rafael Filho disse:

    Deus não passa de uma forma humana atribuída à força vital, perdida/abandonada pela humanidade quando esta contraiu a doença escravagista que chamamos de civilização. Deus não é humano, mas é assim que as pessoas que sofrem dessa doença do caráter conseguem compreendê-lo, aprisionadas pelo egoísmo. Saúde e sanidade são o bem, daí a origem da palavra “santidade”. Os males não passam de aflições físicas, psicológicas e sociais, inexistentes a princípio em cada Deus-menino e Deusa-menina que nasce, para nos ensinar o que é ser humano, qual a nossa verdadeira natureza original, aborígene, indígena, até serem alienadas também à peste civilizacional pandêmica. Precisamos hoje de saneamento básico para nosso caráter tanto quanto precisávamos de saneamento básico para as aglomerações humanas da Idade Média, e não será a Igreja que nos curará exigindo que nos comportemos como humanos sãos sem que ninguém nos ofereça as devidas condições de higiene psicológica e social que tanto precisamos para nosso restabelecimento. Quanto ao duelo de crenças, lembrem-se sempre que nossa Constituição nos garante a liberdade de consciência, o que impede a inquisição de qualquer herege.

  20. Elisa disse:

    O Deus das religiões de fato não existe.

    Mas Deus, como exposto por Spinoza, obviamente existe como o ser infinito, eterno e causa de si mesmo do qual somos parte quase insignificante, porém necessária. Deus em Spinoza não é uma questão de crença, mas de lógica e entendimento.

    O Deus de Spinoza é a Natureza, e nele está incluída também o pensamento de todas as coisas. É o agregado infinito de todos os pensamentos e matérias, e quiçá outras formas de existência que talvez se encontrem acima de nossa compreensão ou do alcance de nossos sentidos. O pensamento não está limitado ao pequeno crânio humano, mas é uma rede de existência ininterrupta, como a matéria. Assim se explicam os fenômenos amplamente conhecidos da telepatia, por exemplo (que ainda não é aceita no meio científico como fenômeno válido porque a *causa* não é conhecida; é como Picasso dizia, “Se eu não compreendo inglês, isto não quer dizer que a língua inglesa não exista”… Só esqueceram de avisar à comunidade científica).

    Deus é lógica. Conheço muitos que se dizem ateus com orgulho, mas por que tanto orgulho de não acreditar no Papai Noel católico ou evangélico? O ateísmo enquanto negação do Deus religioso não deveria ser motivo de orgulho pra ninguém.

  21. REVELAÇÃO/EXORTAÇÃO
    Urge difundirmos na terra, a certeza de que Jesus Cristo já vive agindo entre nós, espargindo a luz do saber em sí, criando Irmãos Espirituais, e a nova era Cristã. Eu não minto, e a Espiritualidade que esperava pela sua volta, pode comprovar que digo a verdade. Por princípio, basta recompormos as 77 letras e os 5 sinais que compõe o título do 1º. livro bíblico, assim: O PRIMEIRO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO GÊNESIS: A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA E DE TUDO O QUE NÊLES HÁ: Agora, pois, todos já podem ver que: HÁ UM HOMEM LENDO AS VERDADES DO SEU ESPÍRITO: ÊLE É O GÊNIO CRIADOR QUE ESSA AÇÃO DE CRISTO: (LC.4.21) – Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir: (JB.14.17) – O Espírito da verdade que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem conhece, vós o conheceis; porque Ele habita convosco e estará em vós. – Regozijemo- nos ante a presença do Nosso Senhor, e façamos jus ao poder que o Filho do Homem traz às Almas Justas, para a formação da verdadeira Cristandade.

    (MT.26.24) – O FILHO DO HOMEM VAI, COMO ESTÁ ESCRITO A SEU RESPEITO, MAS AI DAQUELE POR INTERMÉDIO DE QUEM O FILHO DO HOMEM ESTÁ SENDO TRAIDO! MELHOR LHE FÔRA NÃO HAVER NASCIDO:

    E, ao recompormos as 130 letras e os 7 sinais que compõem esse texto, todos já podem ler, saber, e entender quem é o Filho do Homem:

    E O FILHO DO HOMEM É O ESPÍRITO QUE TESTA AS ALMAS DO HOMEM E DA MULHER, NA VERDADE DO SENHOR, COMO CRISTO: E EIS A PROVA QUE O FILHO DO HOMEM FOI TREINADO NA LEI CRISTÃ:

    (MC.14.41) – Chegou a hora, o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores: E hoje, quem desejar interagir com o Filho do Homem e participar da obra comum da nossa criação, deve inteirar-se da fundamentação contida na “Bibliogênese de Israel”, que já está disponível na internet (Editora Biblioteca 24×7). E quem não quiser, pode continuar vivendo de esperança vã, assistindo passivamente a agonia da vida terrena, à par da auto-destruição do nosso planeta…

  22. {rcristo} disse:

    A inexistência de “Deus” fora do campo das ideias

    “Deus”, é uma ideia que se origina em nossa mente, sua existência é fundada apenas no mundo das ideias, não podendo existir fora desse contexto. Também podemos representá-lo por uma simples equação: “D1 = D” isso mostra que a imagem e representação de “Deus”, é apenas conceitual e não existe outra forma ou derivação que se possa obter, a não ser esta. Segue a resolução da equação acima:

    O limite de “d = d”, quando “d” tende a 1. Significando que a ideia “d” ou “Deus”, pode ser somente igual a ela mesma, ou seja, não podemos atribuir qualquer valor, forma ou sentido, além daquele que gerou a sua própria conceituação e representação.

    Não havendo como expandir esse conceito para outros domínios, percebe-se que estamos diante de um esgotamento de sentido, tornando a ideia “Deus”, exaurida por falta de correspondência, não podendo mais ser aplicada a qualquer outro campo do conhecimento humano.

  23. Anderson Luiz disse:

    No mundo contemporâneo a razão acaba nos levando a acreditar na inexistência de Deus. Em outros tempos, se atríbuia a ignorância do homem à existência dele, ignorância essa grande parte sanada pela ciência.
    Isso traz uma tendência as pessoas buscarem Deus no que ainda é inexplicável. O que, a meu ver, é um erro.

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